Especial: Cobertura da 55ª Feira do Livro de Porto Alegre
Ele é a cara da Feira. Irreverente e apaixonado, Fabrício Carpinejar é um dos grandes personagens da 55ª edição da Feira do Livro de Porto Alegre. As unhas da mão esquerda pintadas e a tatuagem de escorpião no braço são a marca do jornalista e poeta, autor de treze obras e um dos finalistas do Fato Literário 2009. O escritor também concorre prêmio de melhor livro do ano com Canalha!, título com o qual recebeu o 51º Jabuti na categoria Contos e Crônicas.
Carpinejar é diferente. Assume a passionalidade comum dos poetas e a mistura à ousadia quase desregrada dos cronistas. O filho de Maria Carpi e Carlos Nejar exala uma genialidade ímpar. E aos que sentem o coração bater mais forte com suas palavras, uma boa notícia: toda essa genialidade está presente na Praça da Alfândega.
Na última terça-feira, 2, Fabrício esteve no Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo com Retrato Falado – Terceira Sede: Elegias, quando abordou questões relacionadas à terceira idade. Mais tarde, levou Terceira Sede à Praça de Autógrafos.
No sábado, 7, Carpinejar lançou, no Pavilhão Central, o livro com as máximas de seu Twitter: www.twitter.com/carpinejar. Já no domingo, 8, às 16h, o escritor esteve no primeiro andar do Memorial com a obra Salva-vidas, coletânea de crônicas dos alunos da Oficina da Caixa Econômica Federal. Fabrício encerra sua participação na Feira nos dias 11 e 12, às 18h, no auditório do MARGS, com Qual a cor do seu rosto.
A Alfândega respira sua poesia, suas palavras, sua versatilidade. Sua jovialidade é a alegria de seus leitores. Sua experiência, o brilho da Alfândega. Fabrício Carpinejar é a cara da Feira.
Ele é a cara da Feira. Irreverente e apaixonado, Fabrício Carpinejar é um dos grandes personagens da 55ª edição da Feira do Livro de Porto Alegre. As unhas da mão esquerda pintadas e a tatuagem de escorpião no braço são a marca do jornalista e poeta, autor de treze obras e um dos finalistas do Fato Literário 2009. O escritor também concorre prêmio de melhor livro do ano com Canalha!, título com o qual recebeu o 51º Jabuti na categoria Contos e Crônicas.
Carpinejar é diferente. Assume a passionalidade comum dos poetas e a mistura à ousadia quase desregrada dos cronistas. O filho de Maria Carpi e Carlos Nejar exala uma genialidade ímpar. E aos que sentem o coração bater mais forte com suas palavras, uma boa notícia: toda essa genialidade está presente na Praça da Alfândega.
Na última terça-feira, 2, Fabrício esteve no Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo com Retrato Falado – Terceira Sede: Elegias, quando abordou questões relacionadas à terceira idade. Mais tarde, levou Terceira Sede à Praça de Autógrafos.
No sábado, 7, Carpinejar lançou, no Pavilhão Central, o livro com as máximas de seu Twitter: www.twitter.com/carpinejar. Já no domingo, 8, às 16h, o escritor esteve no primeiro andar do Memorial com a obra Salva-vidas, coletânea de crônicas dos alunos da Oficina da Caixa Econômica Federal. Fabrício encerra sua participação na Feira nos dias 11 e 12, às 18h, no auditório do MARGS, com Qual a cor do seu rosto.
A Alfândega respira sua poesia, suas palavras, sua versatilidade. Sua jovialidade é a alegria de seus leitores. Sua experiência, o brilho da Alfândega. Fabrício Carpinejar é a cara da Feira.
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