Talvez você nem sinta mais saudade. Até que um dia, você percebe que aquela pessoa que um dia fez parte de sua vida, agora, está longe. Você não sabe mais o que ela faz, do que gosta, a que horas vai dormir. Será que ele ainda come pão com manteiga e açúcar? Será que ela ainda só consegue dormir depois de tomar uma xícara de café bem quente? E o leite? Só fica na medida depois de três colheres e meia de achocolatado?
Talvez você nem sinta mais saudade. A falta acostuma. E quando você pensar que, finalmente, aquela imensa cicatriz, a cicatriz causada pela falta, tiver fechado, virá a lembrança. Lembrança de conversas juvenis, de abraços adultos e de risadas infantis. Por que se foi?
E você já não sabe se ela ainda acorda às 7:13, se ele leva o cachorro para passear às terças, quintas e sábados, se aquela avó que estava doente morreu. Você não sabe. E acha que nem sente mais saudade. E é nessa hora que a saudade vem.
Talvez você nem sinta mais saudade. A falta acostuma. E quando você pensar que, finalmente, aquela imensa cicatriz, a cicatriz causada pela falta, tiver fechado, virá a lembrança. Lembrança de conversas juvenis, de abraços adultos e de risadas infantis. Por que se foi?
E você já não sabe se ela ainda acorda às 7:13, se ele leva o cachorro para passear às terças, quintas e sábados, se aquela avó que estava doente morreu. Você não sabe. E acha que nem sente mais saudade. E é nessa hora que a saudade vem.
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