Quando eu era pequena, dizia que ia ser médica. Um pouco maiorzinha, lá pelos 11 anos, decidi ser psicóloga. Prometi que ia ler todos os livros de Psicologia da biblioteca lá da escola. Ia ser psicóloga e ponto final. Cheguei a dizer que faria Química também. Detalhe: minha história escolar é marcada por inúmeros pesadelos com exatas.
Até que um dia, na sétima série, em uma aula de português, minha professora disse que eu deveria ser jornalista. Eu, na época, sabe-se lá por que, disse “nunca!”. Papo de adolescente que discorda de tudo.
Com o tempo – para não dizer naquela noite – comecei a pensar sobre o assunto. Era uma profissão que me interessava. A possibilidade de informar, esclarecer e formar opinião faziam daquela, para mim, A profissão. Eu, que sempre gostei de ler, escrever e falar sem parar, me vi, em pouco tempo, encantada com aquele mundo, que eu sabia ser muito pouco glamuroso. Escutei por inúmeras vezes meu pai dizer que eu deveria ser advogada. Outros me olhavam com cara de decepção, alertando ser a profissão dos sem-horário, sem-dinheiro e sem-família.
Sempre estive disposta a lutar pelo que acredito, não só em relação à profissão. Por isso, críticas e conselhos contrários ao que eu queria não fizeram muita diferença e não me causaram noites de insônia nem crises existenciais próprias da época do vestibular. Apenas fortaleceram o que eu pensava, porque jornalismo é a profissão dos teimosos. Dos caras-de-pau, dos corajosos e de quem sonha em mudar o mundo, nem que seja através de uma nota no jornal. Jornalismo é a profissão de quem gosta de pensar, de quem valoriza a comunicação e as relações. É uma profissão de intrigas, de rivalidade, de competitividade. E eu me encantei por tudo isso!
Até que um dia, na sétima série, em uma aula de português, minha professora disse que eu deveria ser jornalista. Eu, na época, sabe-se lá por que, disse “nunca!”. Papo de adolescente que discorda de tudo.
Com o tempo – para não dizer naquela noite – comecei a pensar sobre o assunto. Era uma profissão que me interessava. A possibilidade de informar, esclarecer e formar opinião faziam daquela, para mim, A profissão. Eu, que sempre gostei de ler, escrever e falar sem parar, me vi, em pouco tempo, encantada com aquele mundo, que eu sabia ser muito pouco glamuroso. Escutei por inúmeras vezes meu pai dizer que eu deveria ser advogada. Outros me olhavam com cara de decepção, alertando ser a profissão dos sem-horário, sem-dinheiro e sem-família.
Sempre estive disposta a lutar pelo que acredito, não só em relação à profissão. Por isso, críticas e conselhos contrários ao que eu queria não fizeram muita diferença e não me causaram noites de insônia nem crises existenciais próprias da época do vestibular. Apenas fortaleceram o que eu pensava, porque jornalismo é a profissão dos teimosos. Dos caras-de-pau, dos corajosos e de quem sonha em mudar o mundo, nem que seja através de uma nota no jornal. Jornalismo é a profissão de quem gosta de pensar, de quem valoriza a comunicação e as relações. É uma profissão de intrigas, de rivalidade, de competitividade. E eu me encantei por tudo isso!
“Ninguém que não tenha nascido para o Jornalismo e esteja disposto a viver só para isso poderá persistir num ofício tão incompreensível e voraz, cuja obra se acaba depois de cada notícia como se fora para sempre, mas que não permite um instante de paz enquanto não se recomeça com mais ardor do que nunca no minuto seguinte." (Gabriel García Márquez)
Um comentário:
Perfeito! Nossa, minha história foi bem parecida!
SOMOS CARAS DE PAU! yeaaaaah :D
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