Há uns dois meses, algo me dizia, quase diariamente, que eu deveria fazer um blog. Penso muito nisso. Inclusive, já comecei a escrever vários textos, e nada! Escrevia três parágrafos, apagava. Pensava em uma frase, não gostava. Cheguei a comentar com uma amiga minha que escreve a admiração que tenho por ela pelo fato de conseguir, tão facilmente, a expor sua opinião.
Escrever sobre o quê? Meus sentimentos? Não, a idéia de me expor tão abertamente não me agrada. Meu dia-a-dia, quem sabe? Acredito que fazer um diário virtual não é a melhor das opções... Escrever, escrever... Sobre qualquer coisa!
Acho que é aí que está a diversão do blog. Escrever. Pelo simples fato de escrever. Mesmo que seja para mim. E agora, exatamente no momento em que me ocorreu esse pensamento, finalmente, depois de dois meses, minhas dúvidas quanto ao tema acabaram.
Quem precisa de assunto, quando o mais interessante é, simplesmente, escrever? É aí que está o prazer! Não precisa fazer sentido para ti, contanto que faça para mim. O famoso prazer individual, conhece? Um pouco egoísta, é verdade, mas não por isso menos delicioso.
Eu quero, somente, escrever. E agora, no fim do meu primeiro texto, aquela sensação desagradável de dever, a obrigação de escrever, aquela que me atormentou por dois longos meses, todos os dias, finalmente começa a passar.
Quero escrever sobre religião, política, esportes, assuntos polêmicos. Sobre meu cachorro que fugiu, minha tartaruga imortal e sobre a minha nota na última prova. Sobre minha infância, sobre qual o passatempo preferido das vacas, sobre o pão de queijo que eu comi no intervalo. Sobre conversas na faculdade, meu guarda-chuva amarelo, minha caneca do Mickey e sobre vontades inesperadas de tomar Coca em uma mamadeira.
Sem cobranças, sem sentido.
Escrever sobre o quê? Meus sentimentos? Não, a idéia de me expor tão abertamente não me agrada. Meu dia-a-dia, quem sabe? Acredito que fazer um diário virtual não é a melhor das opções... Escrever, escrever... Sobre qualquer coisa!
Acho que é aí que está a diversão do blog. Escrever. Pelo simples fato de escrever. Mesmo que seja para mim. E agora, exatamente no momento em que me ocorreu esse pensamento, finalmente, depois de dois meses, minhas dúvidas quanto ao tema acabaram.
Quem precisa de assunto, quando o mais interessante é, simplesmente, escrever? É aí que está o prazer! Não precisa fazer sentido para ti, contanto que faça para mim. O famoso prazer individual, conhece? Um pouco egoísta, é verdade, mas não por isso menos delicioso.
Eu quero, somente, escrever. E agora, no fim do meu primeiro texto, aquela sensação desagradável de dever, a obrigação de escrever, aquela que me atormentou por dois longos meses, todos os dias, finalmente começa a passar.
Quero escrever sobre religião, política, esportes, assuntos polêmicos. Sobre meu cachorro que fugiu, minha tartaruga imortal e sobre a minha nota na última prova. Sobre minha infância, sobre qual o passatempo preferido das vacas, sobre o pão de queijo que eu comi no intervalo. Sobre conversas na faculdade, meu guarda-chuva amarelo, minha caneca do Mickey e sobre vontades inesperadas de tomar Coca em uma mamadeira.
Sem cobranças, sem sentido.
Um comentário:
A amiga sou eu =D
Parabéns pela tua motivação. Tu tens o Blog a menos tempo que eu e já tem a mesma quantidade de textos.
Tentaremos fazer disso um hábito!
TE AMO GRANDE.
Beijos
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