Se existe uma pessoa nesse mundo com quem eu gostaria de ter dez minutos para conversar, essa pessoa é o Lula. Não por eu achá-lo o líder incontestável, como é pintado por uns, nem o pobre vencedor, como julgam outros. Nada disso.
Queria mesmo é dizer umas verdades para ele. Enquanto escrevo essas palavras, no momento em que quase quebro o teclado com a força com que digito, penso nesse cara que o povo colocou no Palácio do Planalto. Penso, aliás, em todos esses caras que o povo colocou lá. Penso nesses bandidos que não têm o mínimo de escrúpulos, que mentem com uma cara de pau inacreditável, que me fazem querer quebrar a televisão, jogar o computador janela afora e bater na cara deles com um jornal.
Queria dizer para esse tal de Lula, que “nunca antes, na história desse país”, eu tive tanta vergonha de dizer que sou brasileira. Queria dizer para ele, também, que “nunca antes, na história desse país” vi tanta injustiça ser tratada como um assunto qualquer. Diria, ainda, que “nunca antes na história desse país” quis chorar de raiva do povo que te colocou onde hoje tu estás. Por último, Lula, seu jumento gorducho, eu gritaria, bem no teu ouvido, tudo o que andam fazendo por aí, bem debaixo do teu narizinho. Aí, quem sabe, tu pararias com essa hipocrisia de dizer que “não sabe de nada”.
Queria mesmo é dizer umas verdades para ele. Enquanto escrevo essas palavras, no momento em que quase quebro o teclado com a força com que digito, penso nesse cara que o povo colocou no Palácio do Planalto. Penso, aliás, em todos esses caras que o povo colocou lá. Penso nesses bandidos que não têm o mínimo de escrúpulos, que mentem com uma cara de pau inacreditável, que me fazem querer quebrar a televisão, jogar o computador janela afora e bater na cara deles com um jornal.
Queria dizer para esse tal de Lula, que “nunca antes, na história desse país”, eu tive tanta vergonha de dizer que sou brasileira. Queria dizer para ele, também, que “nunca antes, na história desse país” vi tanta injustiça ser tratada como um assunto qualquer. Diria, ainda, que “nunca antes na história desse país” quis chorar de raiva do povo que te colocou onde hoje tu estás. Por último, Lula, seu jumento gorducho, eu gritaria, bem no teu ouvido, tudo o que andam fazendo por aí, bem debaixo do teu narizinho. Aí, quem sabe, tu pararias com essa hipocrisia de dizer que “não sabe de nada”.
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