sexta-feira, 10 de abril de 2009

Minha eterna infância

Acordei com vontade de tomar Coca-Cola na mamadeira. Normal, se eu não tivesse 18 anos. Na verdade, não julguei minha vontade como anormal, mas a cara com a qual minha mãe me olhou deixou um pouco receosa quanto ao meu desejo. Ainda assim, julguei ser necessário levar minha vontade adiante, mas não encontrei qualquer objeto que fizesse menção a minha época de bebê no armário.

Meus 18 anos não me fizeram achar que Rá-Tim-Bum é chato e eu continuo achando Sailor Moon o máximo. E que não apareçam psicólogos dizendo que isso é trauma de infância, porque eu garanto que não é.
Eu ainda peço para minha mãe me por para dormir, eu ainda brigo com o meu irmão e não consigo ficar acordada até muito tarde, salvo exceções. Eu ainda leio gibi, as músicas da Xuxa e do Balão Mágico estão nas mais tocadas do meu Ipod e eu assisto vídeos de desenho no You Tube. E, se for para brincar de alguma coisa, eu juro, prefiro ser café-com-leite. Sou criança mesmo, e daí? Adultos são chatos. E sérios.

Não é sinal de infantilidade. É completamente verdadeiro e nada preocupante. Quem sabe eu ainda julgue importante cultivar a criança dentro de mim. Que anda bem viva, por sinal.

2 comentários:

Peter disse...

Sem medo de ser feliz...isso aí liliones!

É o jeito "Peter" de se viver!

Anônimo disse...

Gostei do seu blog.

E ah, castelo rá-tim-bum é demais ;D

beijos