Depois de invenções que causaram os mais diversos tipos de reação nos usuários do Twitter – como a possibilidade de pagar para que um assunto figure entre os mais comentados –, eis que o serviço apareceu com uma novidade que, ao primeiro olhar, pareceu-me razoavelmente útil.
Falo do Who to follow. Seguindo o Orkut e Facebook, que já sugeriam amigos, o Twitter agora indica a seu usuário pessoas que, provavelmente, ele tenha interesse em seguir. À primeira impressão, imaginei que encontraria perfis interessantes com os quais ainda não havia tido contato. Depois, vi que a sugestão do momento era que seguisse… o Kaká.
Nada contra o jogador, muito menos contra seus tweets. Talvez o Twitter tenha descoberto meu amor platônico de adolescência, mas eu sei da existência do @RealKaka e não: não quero segui-lo. O mesmo vale para o Boninho – por quem não fui apaixonada, evidente.
Nunca adicionei, em nenhum de meus perfis, qualquer pessoa que tenha sido sugerida por um serviço que – tenho medo disso – conhece-me quase tanto quanto eu mesma. Deveria saber que se ainda não adicionei pessoas com quem compartilho mais de cem amigos, é porque realmente não tenho interesse em fazê-lo.
Kaká para Fulano: “Hello .. Kisses !!”
Kaká para Sicrano: “bjo !!”
Kaká para Beltrano: “Hiiiiii !! Kisses”
Ah, ok, mas acho que eu não preciso saber disso.
Nenhum comentário:
Postar um comentário