23:50, sábado à noite. Bem que eu poderia estar em uma festa, em um jantar, com os amigos ou fazendo qualquer outra atividade social habitual de um sábado à noite. Mas eu estou sentada sozinha na frente do computador. Incrivelmente, não me sinto mal por isso. E não penso que meu sentimento deveria ser outro que não o que sinto agora: tranqüilidade. A chuva que cai incessantemente lá fora e a temperatura amena fazem com que eu sinta que deveria estar exatamente onde estou, fazendo exatamente o que eu estou fazendo.
Sábados à noite, especialmente os de chuva, provocam reflexão. São propícios a quem quer organizar seus pensamentos, sua vida ou qualquer outra coisa, nem que essa organização resuma-se a arrumar a estante de livros.
Algumas pessoas não conseguem parar. São agitadas e impacientes, não têm opiniões formadas justamente pelo fato de nunca pararem para pensar. Não tiram um tempo para “fechar para balanço”, rever o que está sendo feito de bom e de ruim, o que merece reconhecimento e o que deve ser reciclado.
Existe vida fora de uma festa, para os que ainda não descobriram. E que ninguém se engane pensando que ter a vida social cheia de compromissos muda uma pessoa. Reflexão requer solidão – uma solidão boa, que fique claro. Ou alguém pensa que vai refletir escutando Mc Biju?
É para isso que serve um sábado à noite de chuva e uma temperatura amena. No lugar de uma festa, um livro. Em vez de uma janta, deitar na cama e pensar. Não sempre, porque ninguém é de ferro. Mas que é bom de vez em quando, aaaah... Isso é!
Sábados à noite, especialmente os de chuva, provocam reflexão. São propícios a quem quer organizar seus pensamentos, sua vida ou qualquer outra coisa, nem que essa organização resuma-se a arrumar a estante de livros.
Algumas pessoas não conseguem parar. São agitadas e impacientes, não têm opiniões formadas justamente pelo fato de nunca pararem para pensar. Não tiram um tempo para “fechar para balanço”, rever o que está sendo feito de bom e de ruim, o que merece reconhecimento e o que deve ser reciclado.
Existe vida fora de uma festa, para os que ainda não descobriram. E que ninguém se engane pensando que ter a vida social cheia de compromissos muda uma pessoa. Reflexão requer solidão – uma solidão boa, que fique claro. Ou alguém pensa que vai refletir escutando Mc Biju?
É para isso que serve um sábado à noite de chuva e uma temperatura amena. No lugar de uma festa, um livro. Em vez de uma janta, deitar na cama e pensar. Não sempre, porque ninguém é de ferro. Mas que é bom de vez em quando, aaaah... Isso é!
6 comentários:
apaixonante !
favoritado !
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http://raciocinioquebrado.blogspot.com/
tu escreve muito :D
Ooiii!!
A árvore de algodão doce é la da casa da minha mãe.
Linda, né?!
Oiii Lika...
Li todo teu blog e tô fascinada, tu escreve muuuuito bem! O texto sobre nostalgia, nossa, chegou a me dar um aperto no coraçao de lembrar de tdas aquelas "coisas de criança"!
Pode ter certeza que já sou leitora fiel do teu blog, adorei!
E com certeza, tu nasceu pra ser jornalista!
Beijooos
deixei um selo pra vc no meu blog!
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http://raciocinioquebrado.blogspot.com/
Concordo em genero, número e grau! "Os embalos de sábado a noite" tem época certa, ficar offline das baladas e festas de vez em quando, relaxa a mente, relaxa a alma e permite uma compreensão maior do que é sua vida realmente.
Gostei bastante
Beijinhos :)
http://pollyefeffer.blogspot.com
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